Este artigo, elaborado pelo grupo PACES, detalha a influência dos fenômenos climáticos El Niño e La Niña sobre a agricultura brasileira. O
El Niño, caracterizado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, provoca secas expressivas no Nordeste e excesso de chuvas e elevação de temperatura no Sul. Por outro lado, o La Niña (esfriamento das águas) aumenta a precipitação no Nordeste, mas causa menos chuvas no Sul. Análises de estudos mostram que esses fenômenos prejudicam a produção de culturas vitais como
milho, soja, arroz e trigo na Região Sul (por excesso ou falta de chuva) e impactam negativamente o Nordeste.
Diante disso, o texto ressalta a importância de medidas mitigadoras, como o escalonamento do plantio, o respeito ao Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) e a coinoculação de bactérias promotoras de crescimento, visando a sustentabilidade e a redução dos prejuízos nas lavouras brasileiras.









